"Eu sou da lira, não posso negar" foi o enredo apresentado pela escola de samba Imperatriz Leopoldinense para homenagear Chiquinha nos 150 anos de seu nascimento. Enredo de Rosa Magalhães e samba-enredo de Zé Catimba, Chopinho, Amaurizão e Tuninho Professor.

Apresentação da comissão de frente da escola de samba Imperatriz Leopoldinense na Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro. Com o enredo "Eu sou da lira, não posso egar", em homenagem à compositora Chiquinha Gonzaga, a escola ficou com o 6º lugar. (Foto publicada na Folha da S.Paulo no dia 11 de fevereiro de 1997) © Copyright Empresa Folha da Manhã Ltda
Eu sou da lira
Não posso negar
Preparei o ano inteiro
Versos para ofertar
Ah! Esse enredo delirante
Um momento emocionante
Lindamente popular
Eu quero cantar!
O Rio de tempos atrás,
Chiquinha escreveu
Em notas musicais
Vem liberar, vem amar
Fazer a festa
É a magia do teatro e dos salões
- BIS -
Piano, em diz quem é a pioneira?
Piano, me diz quem é a maxixeira?
Rosa de Ouro
Nunca foi de brincadeira
Ah, mulher! Ah, mulher guerreira
Solta os grilhões!
Corta jaca, que eu quero ver
Repenica pra remexer
Tem cavaco e violão
E a minha escola
Vai cantando esse refrão
- BIS -
Lalaiá, lalauê!
Imperatriz fazendo um baile
Pra você.