
Biografia
Chiquinha Gonzaga: uma história de vida
Nova edição revista e atualizada
Edinha Diniz
Editora Zahar, 2009
“Ó abre alas, que eu quero passar...” A música mais popular de Chiquinha Gonzaga bem poderia servir como lema para sua vida. Compositora e maestrina de sucesso, numa época em que mulher não tinha profissão, ela abriu caminhos e ajudou a definir os rumos da música brasileira. Deixou uma obra estimada em cerca de duas mil canções e 77 partituras para peças teatrais, maior do que qualquer compositor de seu tempo.
O livro traz cerca de 90 imagens que convidam o leitor a conhecer o Rio de Janeiro da virada do século pelo olhar de grandes fotógrafos, além de fotos do acervo da família. Com uma pesquisa continuada da autora sobre detalhes da vida de Chiquinha, essa edição comemorativa dos 25 anos da obra torna-se imprescindível. Com belas e raras imagens do acervo fotográfico do IMS de Marc Ferrez, Augusto Malta e Georges Leuzinger. Inclui documentos inéditos. Leia mais...
Fonte: Editora Zahar
Chiquinha Gonzaga Coleção Mestres da música no Brasil
Edinha Diniz Editora
Moderna, 2001
"Ó abre alas que eu quero passar Eu sou da lira, não posso negar..." E foi com essa determinação que a rebelde sinhazinha do Segundo Reinado trocou os salões pelas ruas, abrindo alas para as mulheres e para a música brasileira. Fonte: quarta capa da publicação.

Crianças Famosas Chiquinha Gonzaga
Edinha Diniz e Angelo Bonito
Callis Editora, 2000
A Coleção Crianças Famosas conta como foi a infância de grandes compositores da música universal e de pintores famosos, aproximando-os dos jovens leitores de hoje. Títulos da coleção: Bach, Beethoven, Brahms, Chiquinha Gonzaga, Chopin, Handel, Haydn, Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Monteiro Lobato, Mozart, Picasso, Portinari, Schubert, Schumann, Tchaikovski, Toulouse-Lautrec, Villa-Lobos, Volpi. Fonte: quarta capa da publicação.

A memória social de Chiquinha Gonzaga
Cleusa de Souza Millan
A autora, 2000
Chiquinha Gonzaga foi uma personagem marcante em dois séculos de história de nosso país. Nesse ensaio de memória, para situá-la adequadamente na memória coletiva de nosso povo, traçou-se a sua trajetória, desde o Segundo Reinado até as primeiras décadas da República, com ênfase no Rio de Janeiro da "belle époque" Essa personalidade invulgar construiu, com talento, uma obra musical vastíssima e significativa, ocupando na história da música popular de nosso país um lugar de destaque, por representar a sua fase de transição, em que se iniciou em meio ao predomínio de uma cultura europeizante. A despeito da ressonância de sua obra nos meios de comunicação de cultura em massa, a sua memória social situa-se, atualmente, num aparente dualismo: memória-conhecimento, da elite cultural e memória-desconhecimento, do nosso povo. Este desconhecimento, que leva ao esquecimento de sua memória, tem causas que são equacionadas e analisadas para permitir a sugestão de soluções capazes de situar, adequadamente, sua memória na memória coletiva do povo brasileiro. Fonte: quarta capa da publicação.

Chiquinha Gonzaga, grande compositora popular brasileira
Mariza Lira
Rio de Janeiro, [Jacinto], 1939
O livro foi reeditado pela Funarte em 1978 e em 1997, estando em 3ª edição. Este livro tem o mérito de ser a primeira biografia da maestrina carioca. Foi escrito pela jornalista e folclorista Maria Luiza Lira de Araújo Lima (Mariza Lira) em um tempo onde não era comum dedicar biografias a personalidades da cultura popular. Mariza Lira reuniu pela primeira vez dados importantes a respeito da trajetória de Chiquinha e teve Joãozinho Gonzaga como informante. Por isso mesmo, a verdade sobre a vida pessoal da compositora foi protegida.