Peças Teatrais

Chiquinha Gonzaga, a maestrina.

No Rio de Janeiro do final do século XIX, quando inexistia qualquer forma de registro sonoro e o carioca fazia do assobio um verdadeiro instrumento de divulgação musical, o teatro musicado foi um fenômeno de grande popularidade. Para uma jovem pianista, professora e compositora, escrever partitura para o teatro significava prestígio, fama e renda.

Autora de polcas, tangos e valsas de sucesso desde que estreara, em 1877, Chiquinha Gonzaga desenvolveu atividade intensa como compositora de partituras para os palcos populares a partir da década de 1880. Musicou, integral ou parcialmente, peças do gênero opereta, comédia, burleta, revista cômica, revista do ano, drama, zarzuela, ópera cômica, peça fantástica, mágica, drama lírico, peça de costumes etc.

Seus parceiros libretistas vão desde Palhares Ribeiro, estreante como ela em 1885, a nomes destacados no meio teatral, jornalístico e literário como Raul Pederneiras, Luiz Peixoto, João Phoca, Carlos Bettencourt, o Assombro; e mais Filinto de Almeida, Osório Duque Estrada, Valentim Magalhães e Viriato Corrêa, estes membros da Academia Brasileira de Letras.

Chiquinha Gonzaga chegou a comemorar em vida o jubileu artístico como maestrina – palavra criada para ela, que provocava assim mais um escândalo, dessa vez na língua portuguesa.

Relação das peças teatrais

Edinha Diniz, 2014

Acesse aqui as partituras completas das peças teatrais que Chiquinha Gonzaga musicou. 

 

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