CANDOMBLÉ, da peça fantástica CÉU E INFERNO

Composição c. 1888, publicada como dança africana c. 1893, recebeu da maestrina a designação de ‘jongo’, em cópia manuscrita de partitura para coro e piano; e, em outra cópia, ‘jongo-dança’ africana. Escrita também para pequena orquestra, em cuja partitura a maestrina anotou: “instrumentação no estilo africano”. Foi utilizada na peça fantástica em 1 prólogo, 4 atos, 12 quadros e 2 apoteoses Céu e inferno, de Luiz de Castro, filho (1863-1920), representada no Teatro Santana, em outubro de 1892. Moreira Sampaio, a quem dedicou a música, era autor de revistas de sucesso, inclusive O abacaxi, em parceria com Vicente Reis, musicada em parte por Chiquinha Gonzaga em 1893, em plena Revolta da Armada. Escrita também para canto e piano, além de coro e piano (com versos de Luiz de Castro), Candomblé foi gravada em 1999 por Eudóxia de Barros (piano).

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